sábado, 31 de maio de 2008

CIRQUE DU SOLEIL - MAGNIFIQUE


Dona Ernestina, Lourdes, mais eu fomos ao CIRQUE DU SOLEIL ontem à noite.
“Alegría, c'est une émotion, un état d'esprit. Les leviers d'inspiration du spectacle, dont le nom veut dire « allégresse » en espagnol, sont nombreux. Le pouvoir et la mutation du pouvoir au cours des âges, le passage des monarchies anciennes aux démocraties contemporaines ainsi que la vieillesse et la jeunesse tissent la toile de fond sur laquelle les personnages d'Alegría évoluent. Cet univers est habité par des fous du roi, des ménestrels, des gueux, des vieux aristocrates, des enfants ainsi que des clowns, seuls personnages capables de résister aux changements d'époques et aux transformations sociales qui en découlent. »
Como se pode ver pelo texto acima, se tratava do espetáculo do Cirque Du Soleil chamado Alegria. A sessão começava as 21h00min. Assim, como se impõe a boa educação, às vezes por aqui, sempre nos países desenvolvidos, chegamos uns minutos antes da hora. Na verdade, 99,9% do público chegou bem antes, e somente alguns retardatários, desavisados chegaram em cima da hora, e até no máximo cinco minutos de iniciado o espetáculo. É claro no Teatro São Pedro teriam ficado, com justiça, na rua, sem direito a devolução do preço do ingresso, mas lá entraram, e, face ao número diminuto não atrapalharam o show.
Antes de iniciar a função, o locutor anunciou que a platéia deveria desligar os celulares, e não tirar fotos, principalmente com flashes para a segurança dos artistas. Inicialmente, alguns desobedeceram e tiraram fizeram algumas fotografias, e outros deixaram os celulares tocarem, mas, em seguida, o caboclo da civilização baixou, e o publico se comportou magnificamente, como se fosse uma platéia de primeiro mundo. Nenhuma gracinha proferida fora de hora; nenhuma manifestação extemporânea; aplausos nos momentos corretos, e não muito prolongados, concentração de aprovação ao final de cada número; enfim, nota dez ao público gaúcho.
É claro que o preço do espetáculo elitizou, e muito, a platéia. Ponto a favor também pelo grande número de pessoas do interior do estado, o que era visível, pelo comportamento, pelas roupas e automóveis, é claro.
Quanto à estrutura magnífica. O estacionamento era muito bom, embora caríssimo, por vinte reais, sem qualquer controle de saída, o que diminuiu a segurança, mas de qualquer sorte, me parece que não houve qualquer incidente quanto a este aspecto. Nas tendas de entrada, eram vendidos produtos promocionais do Cirque Du Soleil, bebidas, pipocas e outros lanches. Tudo muito caro: uma lata de refrigerante custava quatro reais.
O Cirque propriamente dito era muito confortável, calefação foi muito importante, pois a noite era muito fria, por volta de 10 graus; as cadeiras eram confortáveis e adequadas. Todos os lugares tinham visão muito boa do picadeiro. O som era perfeito, idem quanto à iluminação, figurinos, adereços e equipamentos em geral.
Os números eram intercalados por atuações de palhaços de muito boa qualidade, excelentes mesmo, de tal sorte que o show não sofria qualquer solução de continuidade. Assim as duas horas, com meia hora de intervalo, passaram sem que a gente se desse conta. Ora, o melhor elogia a um espetáculo é achar que ele passou muito depressa.
Todos os números eram tradicionais de circo, mas com uma qualidade inigualável, e como uma riqueza de apresentação sem par. Confesso que nunca fui um amante do circo. Fui a poucos em minha vida, mas o Cirque Du Soleil realmente me despertou para este mundo mágico do circo.
Existem ocasiões em que a gente tem uma sensação que não está presente no local, que tudo não passa de uma grande encenação, tal é a montagem do ambiente, de sua música de suas cores e de seus personagens. Pois no Cirque Du Soleil aconteceu exatamente assim. Eu não soube durante aqueles duas e poucas horas separar a realidade do mundo mágico.
Realmente Cirque Du Soleil - O Circo do Sol – faz jus ao nome. Espero ter a oportunidade repetir o programa, em Porto Alegre, ou em outro lugar do mundo onde a empresa canadense esteja se apresentando.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

ANTENA NOVE

1. Os defensores da utilização de embriões em pesquisas com células troncos, com o intuito de defender a idéia ( que não é má ) estão fazendo maldades com os portadores de deficiência física graves, pois dão a entender que logo terão para eles uma solução, quando na verdade, estamos ainda longe de conseguir alguma coisa que possa resolver os problemas deles, infelizmente.

2. Estive ontem no forum de Porto Alegre, em duas Varas Cíveis, o número de processos em cada uma delas é assustador. Não há como trabalhar naquelas condições.

3. Outro dia, estive também em Varas da Fazenda Pública. Diante da realidade delas, temos que reconstruir nossos conceitos de caos.

4. Você sabia que se tiver a brilhante idéia de antecipar ene prestações de algum empréstimo que tenha feito, o Banco lhe cobrará uma taxa de adiantamento do pagamento do empréstimo? Que esta taxa pode chegar a R$1.000,00? Você não leu errado, nem eu escrevi, é isto mesmo: você paga para dar o dinheiro antecipadamente para o Banco, afinal ele fará um sacrifício em ver o seu empréstimo pago adiantado.

5. Você sabia que o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA declarou em linguagem popular que os Bancos podem cobrar dos particulares o que bem entenderem?

6. Você pode me dizer por que o governo LULA LÁ é tão bonzinho com os bancos?

quarta-feira, 28 de maio de 2008

BAR DO MANOLO: LÁ ESTAVA MÁRIO, E EU...


Conheci Mário Quintana na Rua General Andrade Neves, no centro de Porto Alegre. Era um barzinho, destes comuns, onde as pessoas vão tomar cachaça ou cerveja. Tinha também um balcão, onde o dono do bar, um espanhol de nome Manolo, nos servia o cafezinho. Mário ficava sentado numa pequena mesa de dois lugares. Geralmente estava sozinho. Confesso que não me lembro se ele tomava café ou bebia alguma outra coisa. A imagem não está muito clara para mim, não tenho o talento de memória de meu irmão Alfredo.
Mário Quintana era uma figura bem interessante e rica. Ele nasceu no Alegrete em 30.07.1906, portanto faria este ano 102, mas morreu em 05.05.1994, para a tristeza de seus fãs e admiradores, entre eles evidentemente quem escreve aqui estas modestas linhas.
Ele foi um bom poeta, e um excelente tradutor. Trabalhou muito tempo para a Editora Globo. É sim, tivemos por aqui uma grande livraria e editora chamada Globo, a qual publicava os grandes clássicos da literatura, os quais eram traduzidos por pessoas de grande gabarito como Mário e Érico Veríssimo.
A obra de Quintana não é muito grande.
Para quem não gosta muito de poesia, aconselho ler Caderno H,onde Mário expressa de maneira brilhante todo o seu talento e humor. Você encontrará lá frases maravilhosas como:
“Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.”
Não é uma maravilha?
“O passado não conhece o seu lugar está sempre presente.”
Veja o genial jogo de palavras e figuras.
E, olha a veia do poeta, num rasgo maravilhoso, e que a mim muito comove:
“Todas as amadas chamam-se Maria”.
“O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...” Esta frase eu mantive durante muito tempo em minha mesa de trabalho.
Uma alfinetada, de leve, em Charles Darwin:
“O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro.”
Esta frase ele pode ter bolado no bar do Manolo:
“Olho em redor do bar em que escrevo estas linhas.
Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha,
nem desconfia que se acha conosco desde o início
das eras. Pensa que está somente afogando problemas
dele, João Silva... Ele está é bebendo a milenar
inquietação do mundo!”
Esta aqui deveria ser subscrita por todos nós:
“Por que será que a gente vive chorando os amigos mortos e não agüenta os que continuam vivos?”
Mário não tinha qualquer preocupação com o politicamente correto, por isso lançou este ferro no aborto:
“O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo... Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito"
Encerro aqui, com esta maravilhosa frase do nosso maior poeta vivo. Ué Osnir não disseste lá em cima que ele morreu em 1994. Ora, Santa Inocência, caro leitor, poetas nunca morrem....

sábado, 24 de maio de 2008

ANTENA NOVE

1. Jefferson Peres um grande senador, pessoa culta, honesta, sincera e competente.
Roberto Freire grande escritor, pessoa culta, grande personalidade.
Zélia Gattai, uma escritura de talento, grande companheira de Jorge Amado, uma pessoa doce.
Todos morreram nos últimos dias.
Só gente boa.
Quando começarão a morrer os cretinos?
2. Você conhece algum político, destes de má índole que vivem por aí; você conhece algum empresário inescrupuloso; algum corrupto destes que vivem com a mão no bolso do contribuinte, que tenha morrido de câncer?

EPITÁFIOS


Epitáfio é aquela frase – nem sempre de bom gosto – que as pessoas escrevem nos túmulos. As vezes é uma tirada de autoria do próprio morto, outras é alguma coisa que algum vivo quer dizer para homenagear o seu ente falecido.
Na verdade, a palavra tem origem grega, sendo EPI a parte superior e TAFOS nada mais que o túmulo. Resumindo: em cima do túmulo.
Brincando – é claro – pois não estou com pressa - digo que o meu epitáfio será: ESTOU AQUI DE MÁ VONTADE.
Pois um poeta paraibano chamado LUCAS DE BARROS tem uns versos que dizem mais ou menos o que constaria que constasse de meu epitáfio, diz ele lá na sua poesia:

Mesmo que eu pereça forte
Como um leão indomado,
Serei, um dia, enterrado,
Não posso vencer a morte.

Do Rio Grande do Norte levarei muita verdade
Promessa de eternidade
Me fazem crer noutra luz
Eu sei que é para ver Jesus,
Mas irei de má vontade.

Existem brincadeiras com os epitáfios. Consta que o do Enéas é MEU NOME ERA ENÉAS; foi culpa da Rede Globo (Leonel Brizola) ; atenção, velas, flores e fotos autografadas estão à venda no estande da Igreja Universal, à direita de quem entra no cemitério (Edir Macedo); enfim, magro (Jô Soares).

O melhor epitáfio verdadeiro que eu conheço é do ator JOSÉ LEWGOY no Cemitério Ecumênico João XXIII, ali na Azenha:

Nada devo ao cinema brasileiro.
Devo sim, por causa dele.

Se você quer se aprofundar nesta de epitáfios, leia O livro dos epitáfios de Aran & Castelo da Editora Ática, 1996.

Estou aceitando sugestões.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

NÃO MOER LIVROS: UMA LIÇÃO DE NIETZSCHE


Friedrich Nietzsche nasceu em 15.10.1844 em Röcken – Alemanha, e morreu em 25.08.1900 em Weimar – Alemanha. Filósofo e filólogo tem como o seu livro mais importante ASSIM FALOU ZARATUSTRA.
Um dos maiores críticos das religiões, incluindo principalmente a moral cristã e a que lhe deu origem, a judaica, é na verdade um crítico de toda a cultura ocidental. Foi muitas vezes acusado de tendências nazistas, o que foi rechaçado com êxito por Foucault, Marx e o próprio Freud, e outros filósofos importantes.
Dizia que as religiões, principalmente as cristãs e budistas são decadentes. Falava que elas (as religiões) não tinham qualquer aspiração séria.
Acabo de reler ECCE HOMO, numa tradução de Marcelo Backes para a L&PM. Nesta obra o autor, segundo os estudiosos, já apresentava sinais evidentes de loucura. Alguns dizem que levado pela sífilis, o que não é comprovado. A obra tem como subtítulo DE COMO A GENTE SE TORNA O QUE A GENTE É.
Sob o meu ponto de vista, a obra não é de toda insana, eu diria que tem alguns rasgos de loucura, mas a insanidade própria dos gênios. Nela Nietzsche ele apresenta a autobiografia mais reveladora de que se tem notícia. Em um trecho do livro, ele fala das pessoas, que de tanto se dedicar a leitura de livros, acabam por não ter opinião própria. Sabe que este é o meu maior medo, com relação às leituras? Até que ponto as idéias que expresso são minhas, ou foram tiradas, extraídas ou influenciadas por outras pessoas.
Veja o seguinte trecho de Nietzsche, in ECCE HOMO:
“Uma outra mostra de inteligência e autodefesa consiste em reagir tão raramente quanto possível e em evitar lugares e condições nas quais se estaria condenado a suspender de imediato sua “liberdade”, sua iniciativa, para se tornar um simples reagente. Eu tomo a relação com os livros como parâmetro comparativo. O erudito, que no fundo apenas se limita a “moer” livros – o filólogo de atividade mediana, cerca de duzentos por dia, ao fim das contas acaba perdendo por completo a capacidade de pensar por si mesmo. Quando ele não mói, ele não é capaz de pensar. Ele responde a um estímulo (um pensamento lido) quando ele pensa...ao fim e ao cabo ele apenas reage. O erudito gasta toda a sua força em dizer sim e não, na crítica do já pensado – ele mesmo não pensa mais... O instinto da autodefesa tornou-se frouxo nele; pois se assim não fosse ele iria se precaver contra os livros. O erudito – um décadent... Isso eu vi com meus próprios olhos, naturezas talentosas, de tendência livre e fértil, “lidas à ruína” já aos trinta anos, simples palitos de fósforo, que têm de ser friccionados para soltar faíscas – soltar “pensamentos”... Ler um livro de manhã bem cedo, ao nascer do dia, em todo o frescor, na aurora de suas forças – isso eu chamo de vicioso!...”
O que isto tem de loucura? Nada! Trata-se de uma constatação que também é minha, numa atitude que tento sempre evitar ao máximo, mas que também pode me atingir.
Mas, como já diz o próprio Nietzsche, ainda no ECCE HOMO: ... tão certo também eu o sou e sempre haverei de ser um mal-entendido.
Então, encerro recomendando uma leitura atenta de Nietzsche, mas não comece por ECCE HOMO, uma boa sugestão introdutória na obra deste mestre é a sua obra prima ASSIM FALOU ZARATRUSTA. Boa leitura.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

OS NOMES

Os pais normalmente não levam a sério o nome que colocam nos filhos. O meu trabalho em tabelionato, há mais de 38 anos, me deu uma amostragem da irresponsabilidade na hora de impor um nome ao filho. O problema é que o prenome é imutável, salvo naqueles casos graves onde expõem a vítima ao ridículo.
Existem nomes que no primeiro momento são normais, perfeitamente naturais, mas como por uma questão de momento passam a ser sinônimo de constrangimento. O primeiro caso que me vem à cabeça é o do nome GENI, o qual foi praticamente banido. No entanto, era um nome comum, todo mundo conhecia uma Geni. Até que o Chico Buarque resolveu fazer uma música apresentando a Geni como uma criatura maldita, terminando a canção dizendo: ...ela dá pra qualquer um: maldita Geni! Nunca mais qualquer casal tentou colocar o nome de Geni em filha sua.
Outro caso notório é o nome Bráulio, o qual foi utilizado fartamente em propaganda, até governamental como sinônimo de pênis, em substituição ao antigo “peru”. Também de nome comum, praticamente desapareceu. Existia um jogador no Internacional de nome Bráulio, que era conhecido como Garoto de Ouro.
Outros nomes foram banidos por representarem nomes malditos, face às façanhas de famosos. Nesta linha sumiram os Adolfos e os Benitos.
Numa determinada época eu selecionei nomes estranhos, incluindo Último Vaqueiro (pessoa que eu conheci), Primeira Delícia, Gato, Um Dois Três de Oliveira Quatro, Flávio Cavalcanti Rei da Televisão, em outros.
A moda agora, principalmente nas populações mais simples são os nomes de cantores internacionais, e cuja tradução aqui resulta nos nomes mais absurdos. Michel Jackson tem alternativas em Maiquel Jaqueson e Maquel Jequeson, Stallone virou Estaloni, Mick Jaegger transforma-se em Mique Jeguer, e por aí vai.
Nos dias atuais filho de rico é João, José, Maria, Manoel e Miguel, enquanto filho de pobre é Michael, Anderson, Obama, Billie e Yasmin.
Quando escolher o nome do filho é bom dar uma olhada no significado, pois você poderá ter uma surpresa, nem sempre agradável.
Vou elencar alguns nomes com os seus significados:
- Abel: vaidade
- Abrão: pai maior
- Adão: vindo da terra
- Alexandre: o que se defende dos homens
- Alfredo: o pacificador
- Ana: que tem compaixão
- André: homem valente
- Anselmo: protegido pelos deuses
- Antonio: inimigo dos ignorantes
- Aquiles: lobo terrível
- Ari : de cabelos cacheados
- Armando: homem forte
- Artur: urso grande
- Augusto: o maior
- Caetano: natural de Caieta
- Caio: feliz
- Carlos: homem
- Carmem: canto
- Celso: sublime
- César: cabelos compridos
- Cláudio: coxo
- Cristina: feminino de Cristo
- Danilo: Daniel em italiano; dinamarquês
- Dario: rico
- Davi: amado
- Douglas: rio preto
- Eduardo: o que se defende com a lança
- Elias: meu Deus é Jeová
- Elis: o mesmo que Elisabete – feminino de Elias
- Elisa: Deus tem ajudado
- Elisabete: Deus dá
- Eva : a que dá a vida
- Fábio: plantador de favas
- Fátima: donzela
- Fausto: venturoso
- Frederico: príncipe da paz
- Fidel: fiel
- Filipe: amigo dos cavalos
- Flávio: louro
- Francisco: francês
- Gabriel (a): força de Deus
- Gérson: expulsão
- Gilberto: famoso com a flecha
- Gilson: filho do Gil
- Gisela: flecha
- Giselda: guerreira da nobreza
- Glória: fama
- Graça: grato
- Guilherme: protetor
- Hamilton: aldeia fortificada
- Helena: luz
- Henrique: casa poderosa
- Hugo: inteligência
- Humberto: espírito famoso
- Ivone: o mesmo que Joana
- Jaci: a mãe dos frutos ou lua
- João: Deus é misericordioso
- José: aumente-me a família
- Juarez: Soares
- Juca: o mesmo que José
- Juliano (a) que pertence ou pertenceu a Júlio
- Laura: láurea – vitoriosa
- Leonor: Deus é minha luz
- Luciano: relativo a Lúcio
- Lúcia (o): Iluminada
- Luís: glorioso
- Lourdes ou Lurdes: lorde
- Magda: o mesmo que Madalena – cidade das Torres
- Marcelo: martelinho
- Márcio: consagrado a Marte
- Marcos: grande martelo de ferreiro
- Margarete: o mesmo que margarida – pérola
- Maria: o mesmo que o hebraico Miriam – contumaz
- Mario: derivação de Marte
- Marisa: o mesmo que Maria Luiza
- Nádia: espírito de luz
- Nelson: filho de Néli
- Nicolau: vitorioso do povo
- Noemi: minha delícia
- Norberto: famoso homem do norte
- Norton: cidade do Norte
- Osni ou Osnir: do hebraico OZNIAH – ou seja, Deus ouviu.
O engraçado que José significando aumente-me a família e Osnir Deus ouviu, logo, eu, José Osnir deveria ter uma família grande e só tenho uma filha.
- Pámela: todo mel
- Paulo: pequeno
- Pedro: pedra
- Ricardo: poderoso
- Rodrigo: rico em glória
- Rogério: famoso pela lança
- Sérgio: guardião
- Vera: verdadeiro
- Vitório: vitorioso

Recomendo para aprofundamento: OBATA, Regina. O livro dos nomes. Ed. Círculo do Livro, 1986, São Paulo.
Finalizando; não tem nada com o assunto, mas lembrei muito bom livro TODOS OS NOMES de JOSÉ SARAMAGO.

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