terça-feira, 27 de setembro de 2011

PREVISÕES

Estamos nos encaminhando para o final do ano.
Leio previsões otimistas do governo na economia.
Não vejo assim.
Quero fazer minhas previsões (adivinhações) dos principais índices econômicos para este ano.
Inflação:  6,25
Dólar: 1,72
Crescimento: 3,10.
Vou me cobrar no final do ano.

ANO NOVO

A comunidade judaica comemora neste fim de tarde a entrada de um novo ano: 1972. A contagem é feita a partir do que consideram a criação de Adão e Eva, segundo a tradição bíblica.
É tempo de reflexão e arrependimento.
A todos os meus amigos judeus, que são muitos, um grande abraço neste dia.
Shalom!

domingo, 25 de setembro de 2011

BILHETE 30.000

Durante muitos anos a Loteria Esportiva foi a xodó dos apostadores. Esta verdadeira febre foi substituída na preferência dos apostadores pela chamada Mega Sena, haja vista, o tamanho dos prêmios que esta modalidade alcança aos felizardos ganhadores.
Um belo dia, eu resolvi cravar todos os resultados na coluna do meio. Quando fiz a aposta, veio minha decepção o dono da lotérica me confidenciou que se eu ganhasse o faria junto com milhares de apostadores que também tinham a mesma boba ideia.
Na Loteria Federal, aquela dos bilhetes com dezenas de milhares, com cinco grandes prêmio, que hoje não é tão grande assim, as pessoas costumam não gostar dos números redondos tais como 10.000, 20.000 e 30.000. Você compraria um bilhete redondo destes? Claro que não.
Pois saiba que se você viu o bilhete 30.000 e não jogou, você perdeu 600.000 reais, que será o prêmio a ser entregue ao felizardo que teve a coragem de adquirir o tal bilhete.

sábado, 24 de setembro de 2011

O CÂMBIO

O valor do câmbio é uma matéria difícil para leigos. Lembro da indignação de muitas pessoas quando o valor do real superou ao valor do dólar, logo no início da implantação do plano que, posteriormente, diferentemente dos outros, se mostraria um sucesso. A síndrome de vira-latas não os deixava entender que a nossa novel moeda poderia ter o valor nominal maior do que o do dólar.
Para tentar explicar que o valor nominal era o que menos interessava, e o que valia mesmo era o valor real da moeda, ou seja, aquilo que ela poderia comprar, eu dizia que nós poderíamos criar uma moeda que valesse cem vezes mais que o dólar ou cem vezes menos, que ela não seria considerada uma moeda forte ou fraca somente por isso, mas o que se poderia comprar com o valor dela nos diversos mercados é que definiria o seu valor.
Dizia, por exemplo ,que um iene - a moeda japonesa - valia tão somente 0,01 de dólar, e que isto não queria dizer que a moeda iene era fraca, e que a moeda cubana que, em tese, equivalia um dólar, na verdade não valia mais que um dólar furado.
Com a atual crise da moeda frente ao dólar, também fica mais fácil demonstrar um pouco da fragilidade de nossa moeda, pois embora os brasileiros possam gastar bem lá fora pelo valor dela frente à moeda americana, ela demonstrou sua fragilidade em se desvalorizar violentamente mal chegou a primeira marola por aqui. Uma moeda forte não sofre este tipo de oscilação.
De qualquer forma, acho que o real ainda vai continuar valorizado frente ao dólar, haja vista que ainda continua a entrar no pais uma enxurrada de dólar, a reboque da alta taxa de juros praticada pelo governo brasileiro. Entendo que a queda de um, dois ou três pontos percentuais não serão suficiente para afugentar o especulador estrangeiro, principalmente enquanto os juros reais americanos permanecerem próximos ao zero.
Modéstias à parte previ que o dólar voltaria a cair,  assim que a massa especulador fosse realizar seus lucros face a valorização do dólar nos últimos dias. Aqueles que estava há muito tempo amargando prejuízo com o dólar debaixo do colchão correriam a tentar buscar de volta parte do prejuízo.
Também previ que os brasileiros não deixariam de viajar face a uma desvalorização do real equivalente a 15% ou 20% pois a diferença nas trocas é muito maior, e ainda nos favorece.
Também profetizei, ao final do ano passado, que este ano seria de muitas tormentas na área financeira, o que efetivamente vem acontecendo, embora a maquiagem feita pelo governo até aqui com algum sucesso.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

NÃO TINHA O EXÓTICO QUE MARCA OS LATINOS

A presidente brasileira discursou na ONU a abertura da Assembléia Geral.
O seu discurso nada revelou de novo.
Falou mal dos países desenvolvidos.
Cantou marra dizendo que somos ótimos.
Que o seu governo e de seu antecessor inaugurou a república brasileira.
Disse que é favor da criação do estado palestino, não fez referências diretas a Israel.
Repetiu a nossa boba candidatura a uma cadeira permanente no Conselho de Segurança, o que considero mais um abacaxi do que uma vantagem.
Saiu como entrou.
Em suma: não foi notícia.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

FALTA DE PRIORIDADE

Esta semana tive a tristeza de ler em nossos jornais que um determinado cidadão morreu esperando uma vaga na CTI ( ou UTI). Enquanto isso, se discute nos jornais e demais mídias a Copa do Mundo, as construções de grande estádios, a montagem de infra-estruturas objetivando o tal evento.
Tudo isso, face a necessidade de o governo se promover. Esta tática é antiga e remonta ao velho império romano. Onde pão e circo representavam a manutenção do povo atrelada ao desejo do príncipe de plantão.
Li também que não é mais meta prioritária do governo Dilma Lá o fim do analfabetismo, ou seja, a luta pela busca da erradicação completa, ou quase total desta chaga que mancha nossa reputação interna e externa.
Salvo uma que outra voz discordante com o atual "status quo" a favor da tal Copa do Mundo, incluída a minha, e de alguns amigos, não vejo nada contra a realização do tal evento por aqui.
Não sou contra a realização da festa em si, mas sim de sua priorização, enquanto política pública. Vamos gastar um dinheiro que não temos, para uma coisa que não é prioridade na vida do brasileiro.

HISTÓRIA OU "ESTÓRIA"?

Não raro, se inventam modismos na língua portuguesa. Sem dúvida, que uma das maiores bobagens foi separar a história real da ficção chamando as que se enquadram nesta última categoria de “estória”. O dicionário Aurélio já defenestrou a asneira, e colocou lá um mero vide história. O Houaiss ainda mantém o bichinho feio, dizendo se tratar de narrativa de ficção. Eu nunca aderi. Fui procurar no inglês, no francês e no espanhol e não achei nada parecido. Não há qualquer lógica a defender.

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