Esses dias tentei ensair uns palpites sobre a diplomacia brasileira e levei uma chinelada.
Depois das últimas ações do governo do Lula Lá na área, estou de folga: não preciso mais comentar o assunto. É tanta besteira junta que não carece mais atacar. É como bater num bêbado, ou seja, covardia pura, não há mérito no ato. Nessa área, vou só ficar assistindo de camarote. Acho que vem mais coisa interessante por aí. Vai dar muito trabalho ao Zé Simão (humorista da Folha de S.Paulo)
Existem duas pessoas inviáveis dentro de mim: a primeira, a que os meus inimigos imaginam; a segunda, a que os meus amigos propagandeiam.
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
AUTOR DE AUTO-AJUDA
O nosso líder, em seu sonho de se tornar um estadista, foi ao Oriente Medio com a desculpa de que pretende fazer a mediação entre judeus e árabes. Qualquer pessoa sabe que não vai adiantar nada, mas isto não é problema para ele, pois o que interessa é a propaganda e não o efetivo resultado.
Se trata de briga de irmãos - árabes- judeus - que não tem solução. A física, desde Newton, explica: dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. A única solução seria alguém abrir mão de território. Nem se a vaca tivesse ataque de tosse o problema seria resolvido.
O problema se agrava com a defesa intransigente feita pelo nosso líder e seus companheiros petistas do chefe persa. Este é um inimigo mortal de Israel. Foi eleito em eleições tidas internacionalmente como fraudulentes. Prendeu os que protestaram pela sacanagem, e agora os teria condenado a morte. Nada disto abala o petês.
Não se trata de único caso de defesa de ditaduras e líderes populistas, tal como se pode ver no caso de Cuba, Bolivia, Venezuela e Paraguai.
Esse episódio me inspira a fazer uma comparação entre a atuação do nosso líder e os escritores de auto-ajuda. Estes escrevem livros que pretensamente ajudariam outras pessoas. Na verdade, só quem sai ganhando são os próprios escritores que vendem livros as maocheias. Não interessa que os leitores não tenham qualquer proveito e fiquem simplesmente iludidos com a leitura fácil.O mesmo acontece com o nosso líder: nao interessa que as suas pregações não tenham qualquer poder frente aos graves problemas do Oriente Médio. O que interessa somente é a propaganda resultante. Neste campo, ele é imbatível.
Qual o segredo deste tipo de político? É simples: basta ir aos lugares e dizer tudo aquilo que os ouvintes querem ouvir, mesmo que ele - o orador - não concorde com uma linha do que está dizendo.
Iludir as massas é uma barbada, principalmente ao fim da tarde. Hitler foi um genocida, mas era um mestre na arte de manobrar o público. Ele costumava dizer que se deve falar ao povo ao entardecer quando ele já esta cansado, e jamais pela manhã quando a cabeca esta livre, e portanto o sujeito está mais esperto e pode raciocinar, e principalmente, fazer uma critica ao que esta ouvindo. O nosso líder tambem tem esta percepção das coisas e sabe falar na hora certa, e, principamente, usar da linguagem que o povo gosta. Este faz um elogio interno: ele e e fala como nóis(sic)...
Se trata de briga de irmãos - árabes- judeus - que não tem solução. A física, desde Newton, explica: dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. A única solução seria alguém abrir mão de território. Nem se a vaca tivesse ataque de tosse o problema seria resolvido.
O problema se agrava com a defesa intransigente feita pelo nosso líder e seus companheiros petistas do chefe persa. Este é um inimigo mortal de Israel. Foi eleito em eleições tidas internacionalmente como fraudulentes. Prendeu os que protestaram pela sacanagem, e agora os teria condenado a morte. Nada disto abala o petês.
Não se trata de único caso de defesa de ditaduras e líderes populistas, tal como se pode ver no caso de Cuba, Bolivia, Venezuela e Paraguai.
Esse episódio me inspira a fazer uma comparação entre a atuação do nosso líder e os escritores de auto-ajuda. Estes escrevem livros que pretensamente ajudariam outras pessoas. Na verdade, só quem sai ganhando são os próprios escritores que vendem livros as maocheias. Não interessa que os leitores não tenham qualquer proveito e fiquem simplesmente iludidos com a leitura fácil.O mesmo acontece com o nosso líder: nao interessa que as suas pregações não tenham qualquer poder frente aos graves problemas do Oriente Médio. O que interessa somente é a propaganda resultante. Neste campo, ele é imbatível.
Qual o segredo deste tipo de político? É simples: basta ir aos lugares e dizer tudo aquilo que os ouvintes querem ouvir, mesmo que ele - o orador - não concorde com uma linha do que está dizendo.
Iludir as massas é uma barbada, principalmente ao fim da tarde. Hitler foi um genocida, mas era um mestre na arte de manobrar o público. Ele costumava dizer que se deve falar ao povo ao entardecer quando ele já esta cansado, e jamais pela manhã quando a cabeca esta livre, e portanto o sujeito está mais esperto e pode raciocinar, e principalmente, fazer uma critica ao que esta ouvindo. O nosso líder tambem tem esta percepção das coisas e sabe falar na hora certa, e, principamente, usar da linguagem que o povo gosta. Este faz um elogio interno: ele e e fala como nóis(sic)...
domingo, 14 de março de 2010
CASAMENTO NOTA NOTA DEZ
Fomos ao casamento do meu sobrinho João Batista e Lindiara, ontem em São Jerônimo.
A maioria dos noivos se preocupa tanto com a cerimônia que se esquece de curtir o próprio casamento. Não foi o que aconteceu. João e Lindiara estavam divertidos, brincaram com todo o mundo, fizeram apresentações, sem deixar de atender todos os convidados. Resultado? O casamento foi ótimo, um sucesso enorme.
Trata-se de um casal inteligente, de grande iniciativa pessoal, pelo que não hesitamos em dizer que é um casamento com grande vocação ao sucesso.
Deixamos aqui o nosso parabéns pelo casamento, e votos que sejam muito felizes.
A maioria dos noivos se preocupa tanto com a cerimônia que se esquece de curtir o próprio casamento. Não foi o que aconteceu. João e Lindiara estavam divertidos, brincaram com todo o mundo, fizeram apresentações, sem deixar de atender todos os convidados. Resultado? O casamento foi ótimo, um sucesso enorme.
Trata-se de um casal inteligente, de grande iniciativa pessoal, pelo que não hesitamos em dizer que é um casamento com grande vocação ao sucesso.
Deixamos aqui o nosso parabéns pelo casamento, e votos que sejam muito felizes.
sexta-feira, 12 de março de 2010
NÓS NO QUINTO DOS INFERNOS
Hoje, recebi um texto que relembrava a coleta de impostos que coroa portuguesa cometia contra a colônia Brasil. O tributo corresponderia a vinte por cento da produção, ou seja, um quinto. Daí, segundo a matéria, o povo passou a chamar o imposto de “O Quinto”. O tal quinto incidia principalmente sobre a extração do ouro, que por aqui era abundante.
Não demorou muito para o povo brasileiro, que estava no começo de sua história, mas já era irreverente, chamar o tal de quinto de QUINTO DOS INFERNOS.
Se vinte por cento representava o quinto dos infernos, hoje, quando de imposto de renda se paga quase trinta por cento, o ICMS passa de vinte, e existem outros mais de centenas de impostos, como se deve chamar a soma dos tributos sobre as costas do pobre povo verde-amarelo?
Nada disso, o povo está feliz e contente achando que tudo está ótimo. Se assim não fosse por que o Lula Lá teria 84% de aprovação? O povo está anestesiado com bolsa família, empréstimos consignados e propaganda intensiva nos meios de comunicação.
Qual é a realidade do nosso comandante? É um político com mais de 40 anos de atividade, com alta renda resultante de aposentadoria especial, subsídio de presidente e futuramente aposentadoria de ex-presidente, futuramente dono de triplex, conforme se tem noticiado na imprensa. Qual a imagem que o povo tem dele? Injustiçado, retirante nordestino, operário metalúrgico e sacrificado perseguido político.
Um povo que assim pensa, tem como reagir à derrama fiscal? É claro que não. Pelo contrário, deverá reeleger o ‘status quo” atual. Pobre país
Não demorou muito para o povo brasileiro, que estava no começo de sua história, mas já era irreverente, chamar o tal de quinto de QUINTO DOS INFERNOS.
Se vinte por cento representava o quinto dos infernos, hoje, quando de imposto de renda se paga quase trinta por cento, o ICMS passa de vinte, e existem outros mais de centenas de impostos, como se deve chamar a soma dos tributos sobre as costas do pobre povo verde-amarelo?
Nada disso, o povo está feliz e contente achando que tudo está ótimo. Se assim não fosse por que o Lula Lá teria 84% de aprovação? O povo está anestesiado com bolsa família, empréstimos consignados e propaganda intensiva nos meios de comunicação.
Qual é a realidade do nosso comandante? É um político com mais de 40 anos de atividade, com alta renda resultante de aposentadoria especial, subsídio de presidente e futuramente aposentadoria de ex-presidente, futuramente dono de triplex, conforme se tem noticiado na imprensa. Qual a imagem que o povo tem dele? Injustiçado, retirante nordestino, operário metalúrgico e sacrificado perseguido político.
Um povo que assim pensa, tem como reagir à derrama fiscal? É claro que não. Pelo contrário, deverá reeleger o ‘status quo” atual. Pobre país
EX-TUNC ET EX-NUNC
O uso das expressões latinas cada vez mais estão saíndo do dia a dia dos documentos jurídicos. O fato se dá principalmente pela falta de ensino do Latim dos colégios. A verdade é que os advogados e demais pessoas que trabalham com o direito ainda mantêm expressões latinas apenas por tradição. São raras as expressões que não têm substituto no vernáculo local.
Algumas expressões semelhantes ou parecidas confundem estudantes e alguns profissionais. Entre elas encontramos as expressões "ex-nunc" e "ex-tunc". A primeira significa "desde agora", enquanto a segunda significa "desde então".
Assim, por exemplo, se digo que determinada decisão tem efeito "ex-nunc" significa que seus efeitos se dão a partir de agora, enquanto se a ela tem efeito "ex-tunc" os seus efeitos se voltam ao passado, ou seja, desde o começo dos fatos e/ou contratos em tela.
No primeiro caso, o passado fica esquecido e válido, no segundo ele é apagado, os seus efeitos são tornados nulos. Se alguém pagou deve devolver tudo.
Lembrei, outro dia, das chamadas dicas dos cursinhos vestibulares, ou os macetes como diziam os professores. Ora, "ex-tunc" tem "t" e desde então também, podemos então lembrar que significa que os efeitos retroagem. De outra banda "ex-nunc" não em "t" logo significa que os efeitos são gerados a partir de agora. Fácil não?
Algumas expressões semelhantes ou parecidas confundem estudantes e alguns profissionais. Entre elas encontramos as expressões "ex-nunc" e "ex-tunc". A primeira significa "desde agora", enquanto a segunda significa "desde então".
Assim, por exemplo, se digo que determinada decisão tem efeito "ex-nunc" significa que seus efeitos se dão a partir de agora, enquanto se a ela tem efeito "ex-tunc" os seus efeitos se voltam ao passado, ou seja, desde o começo dos fatos e/ou contratos em tela.
No primeiro caso, o passado fica esquecido e válido, no segundo ele é apagado, os seus efeitos são tornados nulos. Se alguém pagou deve devolver tudo.
Lembrei, outro dia, das chamadas dicas dos cursinhos vestibulares, ou os macetes como diziam os professores. Ora, "ex-tunc" tem "t" e desde então também, podemos então lembrar que significa que os efeitos retroagem. De outra banda "ex-nunc" não em "t" logo significa que os efeitos são gerados a partir de agora. Fácil não?
quarta-feira, 10 de março de 2010
MANUAL DO LEITOR DO PRESIDENTE
O jornal O Globo de hoje publica matéria onde diz que “o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou dissidentes cubanos a bandidos em São Paulo”. Tal entrevista foi condenada em nota oficial da Ordem dos Advogados do Brasil. Alguns petistas tentaram por panos quentes, tal como Maurício Rands que afirmou ter o presidente se expressado mal ou ter sido mal entendido.
A frase de Lula teria sido: “Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. Imagina se todo os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade.”
Volto eu: existem duas classes que não podem ser assistidas por explicadores (*), uma é a do escritor, e outra a do político. O escritor que escreve e necessita de que alguém diga o que ele disse é um fracassado. O político que carece, a cada pronunciamento seu, venham seus assessores explicar que aquilo que ele disse na verdade não é o que ele pensa, não tem credibilidade. O Chefe da Nação deve sempre dizer a última palavra, não podemos criar um Manual do Leitor do Presidente para consultar a cada pronunciamento do mandatário maior.
Recomenda-se a quem não domina muito as palavras que faça pronunciamentos por escrito, pois há tempo para retificações, consertos e moderações por assessores competentes. Quem se propõe a discursar de improviso, assume o risco.
Quem fala pouco corre pouco risco, quem fala demais está sujeito a falar o que não pode ou não deve.
Quanto ao conteúdo o PT sempre fez esta confusão. Não o faz somente quanto aos dissidentes cubanos. Os delitos de opinião se restringem a manifestações verbais e pacíficas. Quem assaltou banco, quem matou gente, quem feriu pessoas não estava (ou está) somente no campo das idéias, ou seja, nos limites dos chamados crimes de opinião.
Muita gente que aparece como salvador da pátria no passado não era mais do que um delinqüente comum.
Se existe diferença entre alguém que assalta um banco para dar de comer aos seus filhos, e outro que rouba o banco para financiar guerrilha política, estou inclinado a favorecer o primeiro, embora ache os dois atos reprováveis.
(*palavra que não existe, neologismo meu para falar de quem dá explicações por outro.)
A frase de Lula teria sido: “Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. Imagina se todo os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade.”
Volto eu: existem duas classes que não podem ser assistidas por explicadores (*), uma é a do escritor, e outra a do político. O escritor que escreve e necessita de que alguém diga o que ele disse é um fracassado. O político que carece, a cada pronunciamento seu, venham seus assessores explicar que aquilo que ele disse na verdade não é o que ele pensa, não tem credibilidade. O Chefe da Nação deve sempre dizer a última palavra, não podemos criar um Manual do Leitor do Presidente para consultar a cada pronunciamento do mandatário maior.
Recomenda-se a quem não domina muito as palavras que faça pronunciamentos por escrito, pois há tempo para retificações, consertos e moderações por assessores competentes. Quem se propõe a discursar de improviso, assume o risco.
Quem fala pouco corre pouco risco, quem fala demais está sujeito a falar o que não pode ou não deve.
Quanto ao conteúdo o PT sempre fez esta confusão. Não o faz somente quanto aos dissidentes cubanos. Os delitos de opinião se restringem a manifestações verbais e pacíficas. Quem assaltou banco, quem matou gente, quem feriu pessoas não estava (ou está) somente no campo das idéias, ou seja, nos limites dos chamados crimes de opinião.
Muita gente que aparece como salvador da pátria no passado não era mais do que um delinqüente comum.
Se existe diferença entre alguém que assalta um banco para dar de comer aos seus filhos, e outro que rouba o banco para financiar guerrilha política, estou inclinado a favorecer o primeiro, embora ache os dois atos reprováveis.
(*palavra que não existe, neologismo meu para falar de quem dá explicações por outro.)
terça-feira, 9 de março de 2010
GABOLICE
Tenho posições fortes em muitos assuntos. Em alguns até inéditas que me trazem algumas adversidades.
Existem na história muitos episódios de pessoas que entram em lutas em que não têm a mínima chance de vencer. Elas são tidas como heróicas. Penso diferentes são burras mesmo. Penso que brigar com adversário quando não se tem a alternativa, a possibilidade, mesmo que remota, de vencer é um ato insano e inútil.
O Brasil venceu uma pendenga na Organização Mundial do Comércio, com referência ao algodão. A acusação é de que os EUA estavam subsidiando os produtores locais, trazendo prejuízo aos brasileiros.
O Brasil venceu a ação justamente, tendo direito à retaliação, ou seja, poderá aplicar restrições às importações dos EUA, mediante a aplicação, por exemplo, de sobretaxas.
Os gênios brasileiros do governo Lula Lá, imediatamente, partiram para fazer uma lista enorme de produtos com sobretaxas, objetivando, obviamente a agredir o governo norte-americano, como sempre costumam fazer.
Até o gari que já passou pela calçada oposta da Faculdade de Economia sabe que tais taxas terão um efeito bumerangue, ou seja, vão e voltam com mais força e acabaram por nos dar prejuízo, pois somos superavitários com relação aos EUA. Além disso os brasileiros que consumirem tais produtos pagarão mais caro.
Trata-se de uma demonstração de força de quem não a tem, ou seja, pura bravata mesmo.
Lembra Leônidas nas Termópilas, onde 300 espartanos e mais dois ou três mil aliados enfrentavam os exércitos de Xerxes, com centenas de milhares de soldados, quando foi alertado que as flechas dos persas encobririam o sol, declarou gabolamente (perdão pelo neologismo) o general: - Melhor combateremos à sombra!
Existem na história muitos episódios de pessoas que entram em lutas em que não têm a mínima chance de vencer. Elas são tidas como heróicas. Penso diferentes são burras mesmo. Penso que brigar com adversário quando não se tem a alternativa, a possibilidade, mesmo que remota, de vencer é um ato insano e inútil.
O Brasil venceu uma pendenga na Organização Mundial do Comércio, com referência ao algodão. A acusação é de que os EUA estavam subsidiando os produtores locais, trazendo prejuízo aos brasileiros.
O Brasil venceu a ação justamente, tendo direito à retaliação, ou seja, poderá aplicar restrições às importações dos EUA, mediante a aplicação, por exemplo, de sobretaxas.
Os gênios brasileiros do governo Lula Lá, imediatamente, partiram para fazer uma lista enorme de produtos com sobretaxas, objetivando, obviamente a agredir o governo norte-americano, como sempre costumam fazer.
Até o gari que já passou pela calçada oposta da Faculdade de Economia sabe que tais taxas terão um efeito bumerangue, ou seja, vão e voltam com mais força e acabaram por nos dar prejuízo, pois somos superavitários com relação aos EUA. Além disso os brasileiros que consumirem tais produtos pagarão mais caro.
Trata-se de uma demonstração de força de quem não a tem, ou seja, pura bravata mesmo.
Lembra Leônidas nas Termópilas, onde 300 espartanos e mais dois ou três mil aliados enfrentavam os exércitos de Xerxes, com centenas de milhares de soldados, quando foi alertado que as flechas dos persas encobririam o sol, declarou gabolamente (perdão pelo neologismo) o general: - Melhor combateremos à sombra!
Assinar:
Postagens (Atom)

