sexta-feira, 5 de setembro de 2008

MATEANDO SÓS, SEM ESTEIO OU SONHO

Esteio e sonho, obra de Vinícius Pitágoras e Luiz Bastos, consagrada na voz de Vitor Hugo, é uma da mais belas páginas musicais do cancioneiro regional gaúcho.
Num dos fortes refrões giza os dois lados, aparentemente contraditórios da mulher, indo entre a graça para enfeitar a primavera e a garra de fera para lutar a vida inteira.
Apresenta a mulher principalmente como companheira. A palavra companheira para mim tem uma conotação mais profunda do que esposa ou mulher. Companheira tem como fundamento a cumplicidade.
Os últimos versos, partem da alegoria da chegada do silêncio do inverno da vida, que ao cruzar manso, deixando em nós ausências tristes e sonhos mortos, pára numa prece a pedir que não nos deixe mateando sós.
Confira você: “Quando o silêncio do nosso inverno/ Cruzando manso, deixar em nós/ Ausências tristes e sonhos mortos/ Que não nos deixe mateando sós. “
Nada mais triste do que ficar mateando sós.
No entanto, somente existe somente uma forma de evitar esta dor: é partir antes...

3 comentários:

Ivone disse...

É ISSO AI COMPANHEIRO!Huhauahuahua

iva disse...

Se me permites, faço aqui meu comentário a respeito da palavra "companheira" ,referindo-se à mulher de alguém.
Nunca gostei desta palavra,pois "companheira" pode ser qualquer uma, até mesmo uma mulher do mesmo "partido" enquanto que "minha mulher" significa intimidade.Mas esta é só uma opinião minha.

iva disse...

Companheira prá mim???Logo lembro as do nosso Presidente, hehehehe!!!

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