quarta-feira, 2 de abril de 2008

GOD SAVE THE KING: O PRIMEIRO E ÚNICO

O sistema monárquico é uma forma de governo onde o rei ou monarca é o chefe de Estado. Ele recebe o poder hereditariamente, e vitaliciamente. Existem raras exceções onde os monarcas são eleitos, entre elas podemos citar o Estado do Vaticano, os Emirados Árabes Unidos e o Camboja.
Portugal, na época do descobrimento e nos tempos seguintes, era uma monarquia, a partir de dinastias de reis, entre elas a de Avis e de Bragança, a qual chegou até o Brasil.
Se o governo é exercido diretamente pelo soberano, com poderes ilimitados, não sendo submetido a qualquer instituição, temos uma monarquia absoluta. Se o monarca exerce tão-somente as funções de chefe de estado, sendo o parlamento responsável pelo chefia do governo temos a monarquia constitucional. Esta última é a mais moderna, se é que pode chamar assim, a monarquia.
Em verdade, na monarquia o cidadão comum já nasce de segunda classe, pois a primeira pertence ao monarca e sua panela, dita corte.
O Brasil era uma colônia da monarquia portuguesa até o reinado de D. João VI. Quando diante das independências de vários países da América, especialmente o mal exemplo americano, que conseguiu se emancipar do grande império britânico, o Rei de Portugal resolveu genialmente convencer o seu filho a falsificar uma declaração de independência e assumir o governo do Brasil, sob o regime monárquico, diferentemente do que fez o restante da América espanhola e americana do norte.
Assim, tivemos os nossos dois Imperadores: o português D. Pedro I, que mais tarde foi ser o D.Pedro IV quando tornou à luza terra, e o seu filho mui amado D. Pedro II, o qual foi apeado do poder pelos republicanos em 1889, o que não deixou de ser um golpe militar, embora bem-vindo.
Os anos iniciais da República, o que se chamou de República Velha, foi o que existiu de mais podre na américa, seguida pelo Estado Novo de Getúlio de linha nitidamente fascista, camuflada sob um manto do populismo, arte na qual o “baixinho” era mestre.
Fomos aos trancos e barrancos, quando sob a ameaça da volta do populismo, e para alguns até o comunismo de Prestes, caimos na ditadura patrocinada pelos nossos militares, remanescentes do movimento chamado tenentismo dos anos 30 e 40.
Livres da ditadura, mais por obra e graça da saturação dos militares do que pela iniciativa dos nossos políticos, voltamos à democracia através do que se chamou Nova República, de existência efêmera, não passou mais de propaganda e euforía sem causa. Sucederam-se governantes medíocres como Sarney, Collor e Itamar.
Finalmente, caímos nos braços da antiga e equivocada esquerda brasileira, na pessoa do ex-exilado o Professor FHC e o ex-metalúrgico de oito anos Lula Lá Inácio da Silva.
Pelas últimas pesquisas de opinião pública LULA LÁ é quase uma unanimidade nacional.
Certamente amparado em suas geniais obras e corretas políticas públicas tais como saúde chegando quase à perfeição, salário mínimo que supre as necessidades básicas do trabalhador e sua família, aposentadoria adequada aos trabalhadores, com reposição anual que mantém o poder de compra dos jubilados, segurança pública igual a inglesa, onde a gente pode sair a rua a qualquer hora do dia ou da noite, com toda a garantia, educação pública gratuita de qualidade, com garantia plena de emprego para os jovens que saem das universidades, reforma agrária recolocando todos os que necessitam trabalhar na terra, controle da corrupção, penalização dos ladrões do dinheiro público, controle dos gastos governamentais, dívida interna toda paga, crescimento igual ao chinês, inglês ou francês, liderança na América Latina, firmeza nas relações internacionais, reação firme contra as agressões externas, e uma gama enorme de excelentes realizações, em cumprimento total do programa de seu partido.
Agora, eu pergunto: um governante maravilhoso como este não pode ter o mandato finalizado, deve permanecer para sempre, pois time que está ganhando não se muda.
Ora, governo para sempre só é possível na monarquia.
Por que não?
LULA LÁ para rei do Brasil.
Ora, não seria surpresa para o povo brasileiro.
Na verdade, o nosso povo é ávido por um rei. Vejam qualquer pessoa que se destaque é logo coroada. O foram o excelente jogador de bola Pelé, o bom cantor Roberto Carlos, ambos chamados de Rei.
A dinastia SILVA seria instalada, com a vantagem de ser uma família enorme no Brasil inteiro. Tudo que é SILVA seria considerado nobre, seriam distribuidos títulos de BARÃO, DUQUE, ARQUIDUQUE, CONDE, VISCONDE e CAVALEIRO.
A dona MARISA seria a nossa rainha. A coroa ganharia uma grande coroa, e um grande manto.
O Lulinha seria o nosso Príncipe. Eu somente ficaria em dúvida se mandaria para ele ler o PRINCIPE de Maquiavel ou o PEQUENO PRINCIPE DE SAINT EXUPERY?
Os churrasco na Granja do Torto poderiam ser substituídos por grandes bailes na Ilha Fiscal, as peladas de fim de semana, regadas à cerveja, poderiam ser substituídas por justas, onde seria servido o Vinho de Caxias.
É claro que seria uma Monarquia Constitucional e Parlamentar, pois o nosso Monarca não suportaria a carga de trabalho necessária à Chefia de Estado.
O nosso Primeiro Ministro seria uma Ministra DILMA - a nossa dama de ferro.
Toda a monarquia que se preze tem uma EMINÊNCIA PARDA, aquele que não aparece, mas que manda na verdade, o meu canditado é ZÉ DIRCEU, claro.
Toda monarquia tem um sujeito ao lado do rei que vive se locupletando da proximidade, e puxando a brasa para o seu assado: claro, ZÉ SARNEY.
Quanto ao bobo da corte, estou em dúvida, pois são muitos os candidatos.
Vida longa para o Rei LULA LÁ I, e único!
GOD SAVE THE KING!

Um comentário:

Ivone disse...

huahuahuahuhuahauhaTENHO ATÉ UMA SUGESTÃO PRA BOBO DA CORTE!hauhuahuahuhuhuahuahuahauhuhuhau

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