sábado, 19 de abril de 2008

HUMOR JUDAICO

HUMOR JUDAICO
O cartório onde trabalho há mais de 38 anos tem como clientes quase toda a colônia judaica da cidade. Esta preferência iniciou nos anos 50 quando por lá trabalhou um judeu de sobrenome Rabeno.
Daí que sou uma pessoa muito conhecida pelos judeus da cidade, tendo inúmeros clientes e até diletos e antigos amigos. Um deles faleceu há pouco tempo, tratava-se do Dr. Luiz Cohen Steinbruch, excelente advogado, e professor de latim, pessoa que contava com a minha grande admiração e amizade.
Pois não havia dia que o Dr. Luiz, como eu o chamava, não trouxesse uma piada nova, na maioria, é claro de judeus.
Assim é que hoje vou contar duas piadas de judeu em homenagem ao meu grande amigo Dr. Luiz, extraída do Livro HUMOR JUDÁICO, subtítulo DO ÉDEN AO DIVÃ, numa seleção de Moacyr Scliar (antes da academia), organização de Patrícia Finzi e edição de Eliahu Toker, Editora Shalom.
(1)“Quando Mendel, o garçom mais popular do Sol Delicatessen morreu, alguns de seus fregueses decidiram visitar um médium que tentaria comunicar-se com ele.
-Batam com os dedos na mesa como faziam quando ele os servia – disse o médium -, e ele reaparecerá.
Todos bateram as mesas, e nem sinal de Mendel Bateram mais forte, chamaram-no pelo nome. Finalmente, surge Mendel, com um guardanapo dobrado sobre o braço.
- O que foi que houve, Mendel? – disse um dos participantes da sessão: - Por que você não apareceu assim que chamamos?
- Não era a minha mesa – respondeu Mendel. “
(2) Sucedeu uma vez que o professor de Chelem teve de dirigir uma escola na cidade vizinha. Ao chegar, viu que esquecera em casa os seus chinelos. Escreveu à mulher nos seguintes termos: - Manda-me pelo portador os teus chinelos. Escrevo “teus” porque se pusesse “meus”, tu lerias “meus” e mandaria os “teus” chinelos. De que me adiantariam os teus chinelos? Por isso escrevo claramente teus chinelos para que leias teus chinelos e mande os meus.”
SHALOM!

Um comentário:

Ivone disse...

já que estás falando em judaico .......

A Fábula da Verdade

Uma tarde, muito desconsolada e triste, a verdade encontrou
a Parábola, que passeava alegremente, num traje
belo e muito colorido.
- Verdade, porque estás tão abatida?
- perguntou a Parábola.
- Porque devo ser muito feia já que os homens
me evitam tanto!
- Que disparate! - riu a Parábola - não é por isso
que os homens te evitam.Toma, veste algumas das
minhas roupas e vê o que acontece.

Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes
da Parábola e, de repente, por toda à parte onde passava
era bem vinda.
- Pois os homens não gostam de encarar a
Verdade nua; eles a preferem disfarçada."
(Conto Judaico)

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